sábado, 14 de novembro de 2015

O PSDB rompe com Eduardo Cunha

AFASTAMENTO O senador Aécio Neves. Foi dele a primeira declaração contra Eduardo Cunha, na sexta-feira, dia 6 (Foto: George Gianni)
A caricatura dos tucanos em cima do muro é piada antiga e sem graça. Os políticos do PSDB, no entanto, insistem em trazer a imagem à tona. Poucas vezes fizeram isso com tanto esmero quanto no início do segundo mandato de Dilma Rousseff. A presidente iniciou seu governo de forma desastrosa, contrariando promessas de campanha e naufragando nos índices de popularidade. O país pedia um partido de oposição, e o PSDB – que obteve votação estrondosa no último pleito presidencial – tinha tudo para ser essa força oposicionista. Ficou, no entanto, com o perdão da repetição, em cima do muro. Deixou que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB) – que formalmente integra a aliança do governo –, emergisse como o principal opositor de Dilma. O PSDB apoiou Cunha convencido de que se tratava do caminho mais curto para o impeachment da presidente. Na semana passada, os tucanos romperam com Cunha e – com o perdão da expressão, usada aqui pela última vez – desceram do muro. Mas será mesmo?
Tudo começou na sexta-feira, dia 6, quando o presidente do PSDB, o senador Aécio Neves, disse em entrevista a uma rádio da Bahia: “A partir do momento em que surgem as denúncias, nossa bancada tem de votar contra as provas, e as provas são contundentes contra Cunha”. Veio o final de semana e a situação de Cunha só piorou com as entrevistas que ele deu a jornais e telejornais – e em nenhuma delas conseguiu dar explicações consistentes sobre o dinheiro que guarda na Suíça. À medida que as redes sociais propagavam o noticiário com as explicações de Cunha, os cabeças pretas do PSDB – grupo de jovens parlamentares que se opõe aos velhos caciques do partido – compartilhavam mensagens de desaprovação. Estava criado o caldo de cultura de rompimento de uma aliança que arrastara os tucanos para a órbita do peemedebista, fazendo-os girar em torno do tema único do impeachment da presidente Dilma Rousseff.
O alinhamento a Cunha fez com que o PSDB perdesse o rumo e a identidade no início do segundo mandato de Dilma. Muitas vezes, o partido deixou de lado suas convicções políticas e votou contra projetos que sempre defendera, apenas para se firmar de forma contrária ao governo – além de se manter próximo ao que defendia Cunha. Exemplo disso foi a forma como a sigla votou na apreciação de projetos como o fator previdenciário, regra criada durante o governo do tucano Fernando Henrique Cardoso. À época, o ex-presidente chegou a afirmar em entrevista que o comportamento da bancada abalava o prestígio do partido. Outro exemplo é a resistência que o partido vinha mostrando para aprovar medidas do pacote de ajuste fiscal encaminhado pelo governo ao Congresso. O PSDB sempre defendera o corte de gastos públicos e a modernização do Estado – e resistiu em aprovar medidas que possam melhorar a situação das contas públicas do país. A sigla, que no passado cultivou a fama de fiscalista, votou também a favor da proposta que reajustava em até 78% os salários dos servidores do Judiciário.
Postado Por:Daniel Filho de Jesus

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SE VOCÊ NÃO SABIA FIQUE SABENDO...O NOME COMPLETO DE D.PEDRO 1





Pedro de Alcântara Francisco António João Carlos Xavier de Paula Miguel Rafael Joaquim José Gonzaga Pascoal Cipriano Serafim de Bragança e Bourbon







Ordem: 1.º Imperador do Brasil



Início do Império: 7 de Setembro de 1822



Término do Império: 1831



Aclamação: 12 de outubro de 1822, Capela Imperial, Rio de



Janeiro, Brasil



Predecessor: nenhum



Sucessor: D. Pedro II



Ordem: 28.º Rei de Portugal



Início do Reinado: 10 de Março de 1826



Término do Reinado: 2 de Maio de 1826



Predecessor: D. João VI



Sucessor: D. Miguel I



Pai: D. João VI



Mãe: D. Carlota Joaquina



Data de Nascimento: 12 de Outubro de 1798



Local de Nascimento: Palácio de Queluz, Portugal



Data de Falecimento: 24 de Setembro de 1834



Local de Falecimento: Palácio de Queluz, Portugal



Consorte(s): D. Leopoldina de Áustria,



D. Amélia de Leutchenberg



Príncipe Herdeiro: Princesa D. Maria da Glória (filha),



Príncipe D. Pedro de Alcântara (filho)



Dinastia: Bragança