domingo, 18 de janeiro de 2015
Fumava maconha sempre. Hoje, nem bebo", diz Erasmo Carlos, que volta a cantar música em homenagem à erva
Erasmo Carlos não foge da vida. E nem de perguntas. Responde tudo com humor e franqueza. Parece não haver assunto proibido para cantor e compositor, uma das referências do rock brasileiro e criador, ao lado do parceiro Roberto Carlos, de inúmeros sucessos. Aos 73 anos ele se lança em novo desafio: nos dias 22 e 23 sobe ao palco do Tom Jazz, em São Paulo, para gravar o DVD Meus Lados B, com músicas que compôs ou gravou, sobretudo nos anos 1970, que foram atropeladas por grandes hits, mas jamais esquecidas pelos fãs. É o caso de Os grilos e Maria Joana, uma verdadeira homenagem à maconha. “Era a época do desbunde. Eu queria seguir a filosofia hippie”, diz.
A música Maria Joana é homenagem à maconha. Teve problemas na época que a compôs?
Tive. Eu não podia cantá-la em shows, não podia tocar no rádio. A censura não deixava. Eu a havia escolhido para ser a música de trabalho do disco, mas... Eu tentei driblar os censores, disse que Maria Joana era uma homenagem à filha do Nelson Motta (jornalista e produtor musical) que estava para nascer. A filha dele nasceu, mas se chamou apenas Joana. Eu quis dar uma de malandro, mas não deu.
É a favor da legalização da maconha?
Sou e não sou. É um assunto que já deveria ter avançado. Veja o caso do Uruguai. Aliás, outro dia eu estava vendo uma entrevista do presidente do Uruguai (José Mujica – ele legalizou a droga no país). Que homem maravilhoso, esclarecido. Sorte dos uruguaios de ter um presidente como ele.
Você ainda fuma?
Eu fumava sempre (risos). Mas agora não...Nem beber mais eu bebo.
Conseguiu superar a morte do seu filho?
Superar a perda do Gugu ( Carlos Alexandre, o Gugu, morreu em maio vítima de um acidente de moto) a gente não supera. Vou vivendo, seguindo. Trabalho muito. O cara que não tem uma ocupação no mundo de hoje está condenado a ficar maluco. É como dizem: mente vazia, oficina do demônio.
Como viu essa polêmica da minissérie do Tim Maia?
O problema é que me botam no meio da confusão. Não tenho nada a ver com a história do Tim com o Roberto. Posso falar da minha com o Tim. Tivemos bons momentos juntos, como amigos. Agora, achei exagerado como o diretor (Mauro Lima) encaminhou a cena do dinheiro (no filme, um assistente de Roberto Carlos atira, a mando do cantor, uma bola de dinheiro para Tim, que, na porta do camarim, dizia que precisava falar com Roberto). Estou há 53 anos na estrada e nunca vi nenhum artista ou produtor que fosse capaz de fazer algo parecido. O Tim não está aí para contar como verdadeiramente tudo aconteceu.
Postado Por:Daniel Filho de Jesus
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MINHA CIDADE -
SE VOCÊ NÃO SABIA FIQUE SABENDO...O NOME COMPLETO DE D.PEDRO 1
Pedro de Alcântara Francisco António João Carlos Xavier de Paula Miguel Rafael Joaquim José Gonzaga Pascoal Cipriano Serafim de Bragança e Bourbon
Ordem: 1.º Imperador do Brasil
Início do Império: 7 de Setembro de 1822
Término do Império: 1831
Aclamação: 12 de outubro de 1822, Capela Imperial, Rio de
Janeiro, Brasil
Predecessor: nenhum
Sucessor: D. Pedro II
Ordem: 28.º Rei de Portugal
Início do Reinado: 10 de Março de 1826
Término do Reinado: 2 de Maio de 1826
Predecessor: D. João VI
Sucessor: D. Miguel I
Pai: D. João VI
Mãe: D. Carlota Joaquina
Data de Nascimento: 12 de Outubro de 1798
Local de Nascimento: Palácio de Queluz, Portugal
Data de Falecimento: 24 de Setembro de 1834
Local de Falecimento: Palácio de Queluz, Portugal
Consorte(s): D. Leopoldina de Áustria,
D. Amélia de Leutchenberg
Príncipe Herdeiro: Princesa D. Maria da Glória (filha),
Príncipe D. Pedro de Alcântara (filho)
Dinastia: Bragança
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